06 Fevereiro, 2009

Pico Parana 31-01-2009

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Assista o vídeo que o Gil Bala fez do nosso ataque ao PP com as fotos que ele tirou.

[]'s

25 Janeiro, 2009

Semana de inverno no verão.

Isso não foi apenas uma questão do tempo atmosférico, também nas minhas atividades, e é claro sempre em baixo de chuva fina, nessa última semana caminhei bastante pela serra.
- Caratuva - sábado
- Mãe Catira e Sete - Segunda
- PP e Itapiroca Sábado

[]'s

16 Janeiro, 2009

Sapopema 2008/2009


PIRACEMA


Paredão Próximo ao salto


PIRACEMA

Sapopema 2008/2009

Sapopema - Pr

Lugar muito bacana para não dizer mágico.

As fotos são do Salto das Orquídeas no rio lageado Liso, Salto João de Paula, Rio Lambari e o Pico Agudo: Vista do Rio Tibagi, Serra Grande (Ortigueira), Morro do Taf (São Jerônimo da Serra).
AS FOTOS SÃO DE GERSON GUERREIRO, meu cunhado, parceiro nas empreitadas.


Salto das Orquideas_rio Lageado Liso

Salto das Orquideas_rio Lageado Liso
Na foto eu e meu outro cunhado Juliano, parceiro também.
O que mais me chamou nesse lugar foram os lambaris que sem trégua tentam em vão chegar em cima da cachoeira, pulam as dezenas.


Vista do cume do Pico Agudo_Rio tibagi, visata a jusante


Vista do cume do Pico Agudo_Rio tibagi, visata a montante


Vista do cume do Pico Agudo_Rio tibagi, visata a jusante

Sapopema 2008/2009





19 Dezembro, 2008

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18 Agosto, 2008

taipa

Dias 16 e 17-08-08
Nesse fim de semana minhas expectativas não eram de ir para a Serra. O tempo estava ruim e o aniversário do meu filho no sábado, portanto sexta feira à tarde, quando tenho uma janela do trampo resolvi forçar na corrida urbana.
No sábado depois do niver do JF minha cunhada o levou até a exposição dos dinossauros e ele iria dormir na casa dela, o tempo estava aquela “maravilha”, uma lua cheia espetacular no céu.
CLICK, Manu vamos para Serra? Depois de um embate fomos.
Como iria rolar o mutirão do CPM no Getúlio resolvi me agregar ao pessoal, como saímos tarde, uma hora da manhã chegamos ao destino, subimos praticamente sem usar as lanternas, o luar estava forte, vários curiangos pela trilha, montamos a barraca e dormimos.
No domingo durante a manhã fiquei na função do mutirão: carrega pedra, carrega tronco e fazer degrau para diminuir os processos erosivos da trilha.
Meio dia e pouco a galera já estava findando o expediente, pois eles estavam neste serviço desde sábado.
Aí perguntei a Manu se ela queria ir ao Taipa, a resposta foi que sim. Então saímos do Getúlio, subimos até a bica, voltamos e fomos ao taipa por baixo. Ano passado esta trilha estava praticamente intransitável por contas dos bambuzais e da tênue marcação, situação bem diferente de agora, onde o traçado da trilha já é forte novamente, fitilhos vermelhos praticamente de 5 em 5 metros.
Sem contar que o marco não estava lá e justamente no marco estava o “rasgo” na floresta, assunto comentado na lista da FEPAM, ali naquele ponto tem um xaxim muito bonito (foto antiga) onde o “rasgo” na floresta o preservou, porém como sendo uma espécie de sub-bosque provavelmente agonizará até morrer.
No cume o mesmo problema do ano passado, a caixa de cume está em frangalhos. Em 2007 eu havia remendado-a com silvertape e amarrado-a com uma fita de nilon, assim ela estava, com a silver gasto e com umas anotações em um guardanapo ensopado, sem caderno, sem plástico.
No guardanapo tinha escritos do Hilton, Mikael, UFPR e de babacas, que escreveram PROJETO VAITOMAR NO CÚ. O qual tive o prazer depois de secar o guardanapo de destacar e jogar no lixo.
Voltarei em breve para o Taipabussu para colocar uma caixa nova um caderno e retirar os fitilhos vermelhos, ficando apenas as marcações originais e espaças dos caras que abriram a bela trilha do taipa por baixo.
A falta de educação por lá continua, gritos as 2:30 da manhã ao lado da barraca, gritos de quem está fazendo a trilha, porteira aberta.
Ás 19:00 horas chegamos na fazenda, tudo sossegado e fomos embora depois de um final de semana de intensa atividade.
[]’s

16 Agosto, 2008

Sete

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10 Agosto, 2008

E vou seguindo caminhado me espalhando...

O ano está passando, meu plano está rolando, algumas investidas (norte e sul), resta mais uma até o FS e aí os três dias...
planos, planos, planos ... montanhas, montanhas, montanhas.
[]’s.

09 Agosto, 2008

FILIEI-ME

Filiei-me ao CPM.
Há tempos analisava esta possibilidade. Confesso que não fui antes por falta de vontade ou disposição, sei lá, talvez receio da galera. Superei esse impasse e fui quarta feira, fiz minha inscrição, participei de reunião. Bem tratado por todos, revi alguns conhecidos.
Espero com a adesão conhecer melhor o montanhismo e a galera que o pratica e suas histórias.
Meus amigos abandonaram o montanhismo há tempos, e eu continuei com muito esforço.
Outro ponto é o fato do fortalecimento do clube. Eu que adoro meter pitácos, devo fazer minha parte também.
[]’s

17 Maio, 2008

ITUPAVA

Dia 2 de maio de 2008.
ITUPAVA.
Comigo o Juliano, meu cunhado de Sapopema – Pr, cara muito gente fina, Sempre que estou por lá, damos altas andanças surpreendentes naquele município.
Ele já veio preparado para fazermos alguma, gostaria de levá-lo a alguma montanha Pão de Loth, Sete ou Taipa, porém o tempo não estava dos melhores, aí optamos pelo Itupava devido a nossa atmosfera, esse ano ainda não havia percorrido a trilha por completa, fui três vezes até o Ipiranga.
Posso falar que o Itupava foi o meu “start”, não sei quantos anos atrás.
Quanto ao Itupava ainda quero fazer um balanço mais minucioso a respeito e escrever algo, tipo um balanço da revitalização. Porém algumas constatações são evidentes e vou relatá-las.
ESTRUTURA & ORIENTAÇÃO:
- Os centros de visitantes funcionam, ainda que o de Quatro Barras está bem precário, um trailer.
- Os guias formados pelo Estado não conseguiram se articular para fazer o negócio acontecer de haver uma cooperativa de guias.
- o controle de entrada e saída está funcionando satisfatoriamente.


Frequentadores:
- Mudou o perfil dos freqüentadores. Agora as pessoas passam com garrafas de isotônico na mão, não mais o tubão
- O turista fica apenas um dia.
-Não raro, grupos “grupos fechados” com guias fazendo o caminho.
- Tem operadoras que colocam a galera para subir o Itupava para lanchar em Borda do Campo.
- Subiu a consciência das pessoas, não há mais tanto lixo pela trilha. O ponto mais largado é a casa do IPIRANGA.
- há muita gente fazendo a trilha sem conhece-la. Presenciei um grupo de umas sete pessoas, nenhum conhecia a trilha, e pelo jeito não possuíam muita destreza em atividades em ar livre, pois carregavam sacolas de mercado e um liquinho.

MANUTENÇÂO DA TRILHA
- Alguns troncos das passarelas já começam a mostrar fraqueza e apodrecimento.
- há dois pontos onde a galerinha pode se perder. 1° é no gramadão, o cara segue reto, chega na cachoeira. O Segundo ponto cego, digamos assim, é depois da casa do Ipiranga, no segundo rio, após atravessa-lo a trilha fica a esquerda e a impressão que se tem é de que ela continua em um barranco a direita, se o cara não prestar atenção, ele sobe e começa a varar mato.
- alguma drenagens estão entupidas e facilitando o processo de formação de poças de água, e o pior, principalmente naquela primeira vertente com o calçamento original, quando chove o trilha vira um rio, que deveria ser desviado para o lado com uma simples retirada de entulho.
- em alguns pontos há arvores caídas e a galera está cortando pelo lado, portanto retira-las é fundamental.
- no trecho após o Cadeado nos zigue-zague a galera destroçou uns galhos que serviam de cerca e voltaram a cortar caminho, o que não é legal, e uma simples manutenção resolve o problema.
# O PIOR
O desvio antes da primeira ponte pencil, contina passando sobre ruínas, e isso é muito ruim.
-pessoas continuam acampando no “cemitério dos jesuítas”, na real, antigos engenhos de mate. E pior retirando pedras para fazer fogueira.
-A estrada de prainhas se confunde com o Itupava, e em vários trechos está havendo um descalçamento do caminho original para outros usos das rochas.

No meu ver o balanço é positivo, com algumas restrições

22 Abril, 2008

7

No feriado do Tiradentes, estava no meus planos ir para a serra, sábado me enrolei e deixei para domingo. Domingo as 5:30 quando o despertador tocou estava eu com uma baita enxaqueca, passei o Domingão muito mal.
Segunda fui andar pela Serra da Graciosa, queria conhecer melhor a trilha para o morro da Farinha Seca.
Logo no início da trilha me deparo com uma serpente, tudo bem que era pequenininha e saiu fora, mais era uma cobra. Nessa altura da subida o chuvisco e a vegetação encharcada me faziam pensar que seria mais um dia clássico de mãe catira, pois todas as vezes que fui para lá o tempo estava fechado, por vezes muito fechado, mesmo assim prossegui, e antes de uma hora de trilha, ainda sob a floresta, percebi que o céu estava azul, coisa que há dias eu não via.
As dicas que eu tinha eram que a trilha inicia-se logo>>>>>>>>>>>>>>CENSURADO>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> que existe no morro da Mãe Catira, lá cheguei por volta de 9:00 horas da manhã, e um belo mar de nuvens sobre o planalto. Ali fiquei procurando o início da trilha, que de bate pronto não achei.
Resolvi então procurar a montante, já que a informação que eu tinha, poderia estar desencontrada, pois quando a ouvi, não estava muito focado nesta região, que hoje está na mira.
Pensei com meus botões que poderia estar mais a montante, e lá fui eu vasculhando as entradas e nada. Assim foi até o marco geodésico do mãe catira. (ALIÁS AS VÁRIAS ENTRADAS: parecem ter o mesmo intuito que o meu. Por que não tornar “aberta a trilha”? – censurei pois acho que as pesoas que pensam diferente de mim são maioria.)
Como nunca tinha visto um visual aberto ali naquele ponto, todas as quatro vezes que havia ido a chuva tinha sido minha companheira, resolvi esticar até o Sete, e valeu a pena, um visual surpreendente, os espelhos de falhas, a erosão remontante, o som da cachoeira descendo no outro lado do vale. Ali fiquei um bom tempo lagartiando no sol, secando o suor da minha camisa e olhando meu “alvo”. Caderninho preenchido, voltei com o toninho.
Estamos com um sério problema por lá, efeito de borda com bambus, eles querem tomar conta dos jardins das bromélias, observem que eles estão dominando as bordas das trilhas, já que é o ponto onde a claridade permite o seu desenvolvimento. Será isso um desajuste ambiental? Em vista que a floresta intacta não permitiria a proliferação destes seres por ali.
Na região da floresta ombrófila mista, região do 3° planalto paranaense, pequenos fragmentos florestais são sufocados por lhanas que tomam o dossel e dominam os fragmentos levando-lhes a morte. E lá se dá o nome a esse fenômeno de efeito de borda. Plausível ao que está acontecendo por aqui, mesmo que não seja por lhanas e sim por bambus que na claridade gerada pelas estreitas trilhas conseguem seu lugar ao sol, e com o tempo todos sabem a quiçaça que aquilo virará.
Bem, mais voltando a trilha, dei uma pequena contribuição no trecho da subida para o mãe catira vindo do sete. Desci >>>>>>>>>>>CENSURADO>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>, larguei a mochila e reiniciei minha busca, sabendo que só faz lógica uma trilha para o pequeno polegar por ali. A menos de três metros de onde eu havia procurado pela primeira vez, lá estava ela, linda formosa e arregaçada, maior freeway, fitas e tudo, desci um trecho e voltei, fica para a próxima vez.
Aí voltei para a minha mochila, quando coloco um chá para ferver, percebo uma bolota, do tamanho de uma bolinha de tênis de mesa, rolando para dentro de um buraco embaixo do capim rente a clareira. Aquilo me deixou encasquetado. Fiquei esperando, o chá ferveu, tomei.... até que desencanei daquilo, foi quando olhei e vi, uma baita de uma caranguejeira com a “bola de ping-pong” o que presumo que seja um casulo de seda com seus ovos e ela os colocando para aquecerem no sol, que naquela hora, nem mais ardia tanto. Ai depois vi mais duas aranhas nas mesmas condições.
Desci a trilha, fechando alguns desvios ingratos com galhos e coisas da trilha.
Cheguei ao corvinho, me arrumei, dei uma prosa com o Seu Espalha Brasa, que agora esta famozão, apareceu até na RPC. Aí na conversa ele me contou a respeito do nome Rio do Corvo.
Que na época da graciosa a Burro, naquele ponto os burros faziam alto, para tomar uma água por ali, e que segundo o Seu Espalha Brasa, a água muito gelada do rio dava um piriri nos muares, que ali mesmo empipocavam, alguns eram enterrados, outros não e o cheiro da putrefação atraía os corvos para a ceia, aí a história da toponímia do rio do Corvo.
É, foi isso.

27 Fevereiro, 2008

Hino do Geógrafo

Hino do Geógrafo



Nós somos do vale em V
Fiéis geógrafos, eu sei porque
Nos trilhos da verde mata
Só dá rancheira, falta gravata

Relevo, após relevo, vamos sentindo
Vales subindo
E quando surge um terraço
Ninguém mais liga
É só cansaço

Relevo hostil
Do meu Brasil
Tem dó de mim
Cansado assim


fonte: site do CAGEO: http://www.cageo.ufpr.br/index.php?pg=hinogeografo-php

24 Fevereiro, 2008

por aí

Ontem dia 23 de fevereiro de 2006 voltei para o vale de um tributário, daquele rio que passa pela ponte logo depois da antiga trilha do sabão, desta vez sozinho.
Passei a tarde por lá, o lugar é realmente especial, há tempos ninguém passava por lá, pelo menos essa era a impressão.
Vertente Sul, extremamente verde de tanto musgo e liquens, árvores pequenas.
O rio vai se desvendando aos poucos, pedras, poços, pequenas cachoeiras. Algumas maiores, em V o vale se encaixa nas encostas, muito acentuadas, quando surge uma grande cachoeira. Um pouco mais alto que a cachoeira dois gigantescos blocos de rocha criam um semi-teto de quem observa da base. Para galga-lá uma escadaria natural a direita, e uma passagem para o platô bem embaixo dos grandes blocos. Deste ponto é facilmente observável a fratura ou dique que a formou.
E o rio, segue, meio que subterrâneo, porém parei por ali, fiquei esperando algum duende aparecer para trocarmos umas idéias.
Resolvi descer antes da chuva, que estava programada para as 4:20. Desci muito mais rápido que subi. Armei a rede uma lona, e ali escutei a goleada alvi-verde no meu radinho, é claro que ao som da chuva, que se antecipou e começou a cair as 4:08.
Esperei o fim da chuva e do jogo e voltei para a casa depois de um bom dia de caminhada e duas latas de sardinha.
[]’s

28 Janeiro, 2008

A carta _ Pico Agudo

Excelentíssimo Deputado Estadual Sr.Luis Eduardo Cheida:

Há tempos tenho notado sua preocupação com as questões ambientais, o que me fez aproximar de sua trajetória e suas ações. Também venho dando alguns palpites por meios eletrônicos desde o fatídico incêndio no Parque Estadual do Pico Paraná, onde fui prontamente atendido pela sua assessoria, e suas ações resultaram em melhorias para aquela empreitada.
Sou Geógrafo, professor, montanhista, marido, pai e apaixonado pelo Paraná.
Há mais de ano venho notando que muitas pessoas querem uma maior atenção a uma pequena porção do Estado do Paraná, o Pico Agudo. Este é a maior referência do montanhismo no interior do Estado. Bem ali, onde o rio Tibagi “passa” do segundo para o terceiro planalto paranaense.
Gostaria que o senhor “desse uma olhada” ou “pensasse” na possibilidade de se criar um Parque Estadual, o PARQUE ESTADUAL DO PICO AGUDO em Sapopema, norte pioneiro. A área em questão, pertence à Fazenda / RPPN In-Nhô-O, com uso da terra comum à região, reflorestamentos, pecuária de baixa produtividade e varas.
Esta fazenda teve grandes áreas desapropriadas para a reforma agrária. Pouco sei sobre a questão fundiária, a não ser que tem uma placa de RPPN. Esta área é muito antiga na região, que é constituída por uma sociedade com mais de um proprietário. Também deve-se ressaltar que mesmo o proprietário e o administrador da fazenda permitem o livre acesso da população ao local.
Por outro lado, há a questão regional de Sapopema, um dos municípios com mais urânio do Brasil. Esquecida após a década de 60, com uma população pequena e com grande fluxo migratório, possui grandes belezas naturais, sendo a mais famosa o Salto das Orquídeas, e outras lindas paisagens como a Serra do Gato, o vale escarpado do rio Lageadinho, as cachoeiras do rio Lambari, as pescarias no rio Tibagi e o relevo muito acidentado, que por um lado deflaciona o valor da terra e por outro oferece incríveis vales e perais.
Quanto à questão da biodiversidade e sua preservação, a área descrita é de grande importância. As margens do rio Tibagi estão a 500 metros aproximadamente e o cume com mais de 1200 metros acima do nível do mar, portanto, agrupando um mosaico de tipos vegetacionais e inserido do contexto dos corredores biológicos estaduais.
Outro ponto interessante é a questão do ecoturismo, uma das atividades econômicas que mais cresce no mundo e a falta de opções encontradas pelos montanhistas da região de Londrina. O papel do estado seria fomentar atividades.
Uma boa referência para o parque seria o de torná-lo sustentável, incluindo-o no processo de “seqüestro de carbono”, de modo a cobrir alguma emissão estadual, por exemplo, a da Assembléia Legislativa, ou de hospitais, por exemplo, de modo que com o tempo o parque se pagaria.
Deve-se ressaltar que grande parte da área atualmente é utilizada como uma pastagem de baixa produtividade. Já os perais mais altos, orientados para o sudoeste, são inacessíveis e pouco alterados.



ps: esta foto é a mesma que está a algumas postagens.



Foto: Aspecto do Pico Agudo, vista tomada NE-SO, nota-se capões de mato e áreas de pastagem (capim colonião), trilha fácil a moderada, com grandes possibilidades de vias para a escalada técnica.















Imagem Google: Nesta imagem pode-se observar A orientação do Rio Tibagi,

Pico Agudo - RPPN Inho-Ó - Sapopema- Pr

Pico Agudo - RPPN Inho-Ó - Sapopema- Pr

Bem meu primeiro contato com esta montanha, foi no Livro do Maack, isso há mais de 10 anos. Uma foto aérea, não oblíqua, e os comentarios referentes a garganta do rio Tibagi ao cruzar os limites do 2° para o 3° planalto. Seguido de uma representação altimetrica da região. É claro que isto tudo graças aos diamantes do rio Tibagi, que se não fossem eles não teriamos a presença de Maack em nosso território.
Aí meu segundo contato com esta montanha foi há uns cinco anos atrás quando fui a Sapopema pela 1° vez, dando uns rolés de moto, fui até a base do 'PA', sigla utilizada pelos montanhistas da região norte do estado para a formação mais imponente da região, porém não subi, despreparado, com um capim colonião que passava fácil os 2 metros fiquei por alí. As fotos no meu blog são desta época.
E daí várias vezes ia a Sapopema, porém nunca tinha a oprtunidade de visitá-lo.
sendo que este ano no dia 3-1 tive a tão esperada vista da garganta de ruptura do rio Tibagi.
Tudo alí em sapopema é bacana, a litologia e suas variações, o rio com seus lageados lisos para caramba, lambaris, esperanças, seus passos e perais.
E aí nesta onda de RPPN's es que em 1999 o pico vira uma, talves por medo do avanço da Reforma Agrária, difícil ser por questões ambientais. O fato é que, 441,05 ha, equivalentes a 4milhões e 500 metros quadrados, uma área grande se pegarmos a área média das RPPN's.
Bem na verdade quando se chega lá, na entrada há uma ostentosa placa da RPPN, pouco depois, a casa do administrador, cara gente fina, não cobra e não barra ninguém, porém seu negócio acho que é controlar a entrada e saída de caminhões carregados de pínus, e também cuidar das necessidades das equipes que plantam os desgraçados dos pínus.
Não será difícil você encontrar uma "vara" em um "faxinal". Calma isso não é putaria!!!
Vara é o coletivo de porcos e faxinal e us sistema arcaico de coletividade muito comum no centro-sul do estado a tempos atrás.
E o maldito colonião aionda continua por lá, este ano ele estava torrado, o fogo chegou por lá, disse o caseiro que mora próximo a base do PA:
-O fogo veio lá de baixo e queimou tudo, tudinho.
O seja o fogo consome grande parte da vertente noroeste até os paredões rochosos da montanha. A vegetação rupestre que torre. E a rampa do material esfacelado físicamente pelas inteméries, soltos e bambos, alternados com o capim colonião, somado a uma trilha que sobe e desce colada euma cerca de arame-enfarpado enferrujado.
A escalaminhada final sendo naqueles moldes mais primatas de ser, agarrando-se em bromélias que mais parecem dentes de leite, prontas para cair, e junto mais uma porção da frágil vida alí existente.
Restício de Cerrado, como na serra do gato, que a década pertencia ao mesmo latifúndio Inho-Ó.
Agora um pessoal, pelo orkut, inicia um longo processo de manejo e ajuda ao local.
Vários serão os impasses, desde o relacionamento com o proprietário (e suas intensões), pasando pelas técnicas de manejo e chegando na utilização propriamente dita.

É isso, Bons Ventos ao PA.

16 Janeiro, 2008

Meu pai me disse:

Na década de 60 ocorreu uma história aqui em Curtitiba.

Os circos sempre despertaram a atenção das pessoas, principalmente antes da geração da televisão, que não havia entretenimento, "se é que é", dentro de casa, então o circo, a matiné, o sarau do clube eram as diversões da população.

Certa vez um circo chegou por aqui, circo sofrido, o bilheteiro era o mágico e ainda vendia as maças do amor no intervalo. A bailarina além de vender pipoca cuidava dos bilhetes na entrada da lona.

Os espetáculos eram cheios de gente, todos se distraiam com o mágico, palhaços, estes que mais pareciam ter saído da lida com os animais de tão sujos e mulambentos que se apresentavam ao grande público.

O climax do espetáculo era o Gigante, um leão, já abandonado por um circo de maior porte e adotado pelo Circo Sofrido.

Na verdade o número com o Gigante era meio michuruca o domador/ contorcionista/ malabarista apenas o levava para uma volta ao picadeiro todo cercado.

Gigante não mais fazia seus truques, tão pouco escutva, era surdo o coitado. Surdo, banguela e alimentado com as sobras da pipoca do circo.

O público era variado de madames com seus filhos melequento até funcionários da construção civil.

Arival suposto nome do nosso protagonista, foi levar a mulher e os filhos. Vindo de um desses sertãozões do interior ele ficou adimirado com a beleza do animal.

Religioso e muito ligado em sua família, há mais de anos não os visitava. Quando teve uma brilhante idéia, que só pode ser posta em prática no outro dia.

A de tirar uma foto com o leão e mandar aos seus pais e mostrar que ele estava subindo na vida.

Foi ele ao circo, chegou no domador do leão e pediu para tirar uma foto junto com o gigante, de início o domador rejeitou a proposta. O domador sabia que mesmo sendo um bichano no fim da sua vida, era um leão, e um leão é um leão.

Arival não se aquietou, falou que pagaria pela foto.
O domador, vendo a possibilidade de ganhar uma grana, ainda rejeitou, mais foi só para o Arival aumentar a proposta, foi o que fez.

Aí em certa hora, eles fecharam o negócio, por uma grana rasoável, o servente tiraria uma foto junto com o leão, dentro de um cercado de fertro em que ele ficava esperando o dia de sua morte ou então de um pedaço de carne, pois só pipoca não estava legal.

Então o Arival entra no cercado. O domador seria o fotógrafo. O gigante deitadão, com um olhar dorminhoco presenciava tudo.

O cara chegou ao seu lado ele nem se mecheu. Arival se posicionou, deu ma última arrumada no cabelo, guardou o pente no bolso de trás da sua melhor calça.

Clic, tudo perfeito.

-Pô esse leão parece morto! Esbravejou.

Foi quando resolveu tirar uma foto com um pé no dorso do Gigante, que a minutos só se mechia para piscar os olhos, de modo as moscas não sentassem em seus olhos.

O domador retrucou:

- assim será dobrado!

Arioval só fez um leve sim com a cabeça. E emfim...CLIK, segido de um NHOK.

-Aí, aí minha perna.

O cara se deu mal. Pontos e mais pontos por uma foto.







PA BOM ENTEN MEI PA BA !!!

11 Janeiro, 2008

...Seis meses depois II...

UM FELIZ 2008, COM MUITAS CONQUISTAS!!!

...Seis meses depois

Bem é a mesma história de sempre, estou por aí pelos matos da vida, só não tenho postado muito.

Mais fiz bastante coisa legal desde o último post:
+ ferraria
+ taipabussu
+ discoporto
+ mãe catira
+ Caminho da graciosa
+ caminho do cristóvão
+ Salto rosário
+ Pico Agudo (Sapopema)

Em breve postarei as fotos.

14 Junho, 2007

A MONTANHA

A Montanha
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvir
Uma voz que me chama eu vou subir
A montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar
Eu vou gritar para o mundo me ouvir e acompanhar
Toda minha escalada e ajudar
A mostrar como é o meu grito de amor e de fé
Eu vou pedir que as estrelas não parem de brilhar
E as crianças não deixem de sorrir
E que os homens jamais se esqueçam de agradecer
Por isso eu digo: Obrigado Senhor por mais um dia
Obrigado senhor que eu posso ver
Que seria de mim sem a fé que eu tenho em Voce
Por mais que eu sofra, Obrigado Senhor mesmo que eu chore
Obrigado Senhor por eu saber
Que tudo isso me mostra o caminho que leva a Voce
Mais uma vez Obrigado Senhor por outro dia
Obrigado Senhor que o sol nasceu
Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor
Por isso eu digo: Obrigado Senhor pelas estrelas
Obrigado Senhor pelo sorriso
Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor
Mais uma vez
Obrigado Senhor por um novo dia
Obrigado Senhor pela esperança
Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor
Por isso eu digo: Obrigado Senhor pelo sorriso
Obrigado Senhor pelo perdão

16 Maio, 2007

Baia de Guaratuba

baia de guaratuba = muito guará
02-2001

milharal


Milharal em Cornélio Procópio 2-2006
Buraco do Padre
Rio Nhundiaquara
Cerro Verde Luar
Represa de Caiguava, estiagem de 2006

Ciririca

aproximando!

Sapopema_2004

aproximando

Aproximamção do pico agudo, neste dia fomos de moto, não sabiamos como chegar lá até então, fomos pelo rumo.

Sapopema_2004


No primeiro plano lado esquerdo, paredão do canion do rio Lambari, ao fundo no centro da fotografia o Pico Agudo.

15 Maio, 2007

Itupava_12/05/2007






O SACI!
A fogueira com pedra de ruinas de engenho!
A ponte!!!!


A ponte em movimento!!!!
Manejo simples e eficiente. Os troncos em questão, mais uns galhos finos, não deixam a galera cortar caminho, a mata se recupera rapidamente.
Manejo simples e eficiente. Os troncos em questão, mais uns galhos finos, não deixam a galera cortar caminho, a mata se recupera rapidamente.
As raízes sobre o caminho.
Musgos e cogumelos, os decompositores.

Cadê a luz?
Bromélia na rocha!
O trilho, o túnel, manjada!!!!! ferovia Curitiba - Paranaguá
Trem! hu hu lá vai o trem!!!
Bolinho da graxa! Véu de Noiva Marumbi!!!!
Belezas como esta você só encontra aqui!!!
Fotografia contemporanea, desconstruindo o abstrato, o espírito do concreto.
Santuário Nossa Senhora do Cadeado. Ao fundo o pico do Marumbi.
Zommmmmmmmmmmm! Baixa resolução!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Foco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Enquadramento!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Itupava 12/05/2007


Dreno perdido no caminho, passarela de solo-cimento desapareceu!


Gargantão da Serra do Cadeado, lendário local onde Afonso Botelho abriu a balha de canhão!!!
Bommmmm!

Bommmmm!

BOMMMMM!

Paredão de rocha! Gargantão!!!
Escadaria de anão! O corrimão ficou baixo para caramba!, mas melhor do que estava. A vegetação se recupera em rítmo acelerado. Neste ponto o traçado original do caminho fo comido a mais de um século pelo corte da estrada de ferro!

14 Maio, 2007

ITUPAVA_santuário n. s. cadeado_12/05/2007

FOTO Júlio Cesar Telles (arqueólogo)

Itupava 12/05/2007

Rio Itororó,
rio que faz barulho



Itupava 12/05/2007






ITUPAVA_12/5/2007






Itupava 12/05/2007

RioIpiranga
Rio Ipiranga
Vista da Casa do Ipiranga
Anuro desfocado

Trilha sobre lage, alto da Serra do Cadeado

Itupava_12/05/2007

Entrada da trilha para o Pão de ló
Calçamento original
Calçamento original
Calçamento original
Passarela sobre o calçamento original.

ITUPAVA_12/5/2007

Trailher do IAP.
Início da trilha
Bifurcação com placa.
Rampa com troncos executando a contenção de erosão.
Pão de ló

02 Maio, 2007

BARRA DO UNA
COSTÃO
TRILHA DO TELÉGRAFO_ FUNDO JURÉIA
TRILHA DO TELEGRÁFO _ TRAVESIA jURÉIA-BARRA DO UNA. ( PROIBIDO)

09 Março, 2007







GEOTIME
Ponta Grossa
Buraco do Padre - Ponta Grossa